Vida com História

Etiqueta viva

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Comentários (0) / 4 de abril de 2017

 

Roupa nova é sempre gostoso. Difícil é quando a etiqueta insiste em pinicar a pele e você não tem nenhuma tesoura por perto para se livrar dela. A tortura da etiqueta pode acabar com a elegância de qualquer roupa. Que coisa mais desagradável receber um arranhão a cada movimento. Tem etiqueta que parece uma agulha impiedosa espetando a gente o tempo todo.

Muitas pessoas só compram quando conhecem a marca na etiqueta e não desistem dela, nem se virar um facão.

O status que um simples pedacinho de tecido dá para roupa vai muito além da numeração e características técnicas. Ela carrega a personalidade daquele pedaço de tecido; o faz único. Garante um lugar de destaque no closet, como uma peça de arte, e enche de orgulho seu dono. A roupa ganha vida pela etiqueta e dá um recado malcriado quando cutuca com vontade quem usa.

Uma maldição boa para rogar em alguém é: Tomara que a etiqueta da sua roupa pinique. Essa maldição, quando pega, tira o dono do sério. Parece que o tecido do avesso, se vinga reivindicando seu lugar nas passarelas.

A moda começou a entender como usar a etiqueta a favor do sustentável ao invés da ostentação. A safra de etiquetas que pinicam está com os dias contados. O conforto conquistou seu lugar e deixou para trás modelos, antes obrigatórios, para um visual elegante. Na verdade, descobrimos que elegante é estar à vontade e essa máxima tem ocupado os ateliês de moda.

Se compararmos uma mulher vestida hoje com uma mulher vestida no século XVII, fica fácil entender do que a moda é capaz. Ela segue copiando as curvas do corpo até o momento em que não perceberemos nem o toque de tecido na pele, que dirá da etiqueta.

Abaixo as etiquetas e viva a roupa, simplesmente roupa.

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