Vida com História

Chocolate, eu quero chocolate

Natureza

Comentários (0) / 2 de dezembro de 2020

Chocolate,

vilão de muitas dietas,

alimento de guerra

em outras épocas,

remédio para alma,

calmante da angustia,

estimulante para cabeça,

deveria ser

recomendação médica

No encontro das mãos o espaço nobre para as sementes. O prêmio de sobreviver à falta de chuva, muita chuva, pragas e desembarcar da casca, com o vigor que a dedicação cultivou. Não basta ser amêndoa, nesse universo de tantas variedades. Um blend de sucesso exige muito além da sobrevivência do fruto. Um trabalho que inaugura no plantio e segue para a colheita na técnica precisa para  preservar as melhores qualidades do grão.

O pé de cacau, cercado com os nutrientes essenciais para um bom desenvolvimento, da planta jovem à arvore completa, enfrenta intempéries e mudanças climáticas imprevisíveis. Nem por isso abandona o propósito de dar frutos, ao contrário, adquire mais resistência e ensina o produtor como cuidar para que o seu destino de semente, gere mais sementes, na lei natural que a cada ciclo se renova.

Abrir um fruto de cacau é expor o perfume da polpa que envolve a semente, com toques de um doce-cítrico que em nada se aproxima do aroma do produto final.  Como em uma caixinha de jóias, o predicado desejado de cada amêndoa exige um processo cuidadoso para desprender da casca e seguir para a fermentação, cronometrada no tempo e temperatura ideal. Todo cuidado é necessário nessa etapa, já que o sabor mais ou menos ácido, azedo, é extraído nesse período. Próximo passo secagem, em estufas e, finalmente, receber as melhores notas para aquela amêndoa. Um processo que faz o chocolate premium valer cada mordida. 

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